segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Pensando em sinceridade

Pensando na palavra sinceridade. Sabe o que é, não sei fazer joguinho, se estou triste falo mesmo, todo mundo sabe detalhadamente o porquê. As pessoas tentam me ensinar o quanto é vital a existência da mentirinha, daquele... "tudo bem", morrendo por dentro. Não que me explique para toda pessoa que me pergunta o que houve, mas se for meu amigo, acaba me ouvindo, ou se for conhecido, ou colega. Pois não acredito que escondendo as coisas se é mais feliz. Talvez não semeie problemas por aí, mas sempre é bom ouvir a opinião de outra pessoa, apesar de "sempre fazer o que eu quero mesmo", como já me disseram anteriormente. Mas o bom de tudo isso é que se estou feliz, estou também, e não há nada de tristeza, feliz, sinceramente.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Fim de ano!

Adorooo! Final de ano traz sempre consigo as conquistas, as frustrações de não ter conseguido, mas também as esperanças de mudanças e melhoras futuras. Mas o clima é bom, o vento "pra chuva" traz certezas de que estou no caminho certo, coragem, determinação, sentimentos que não existiam no meu vocabulário quando cursava enfermagem. A incerteza deu lugar a certeza, fato! E isso me torna feliz e grata, grata a Deus por me colocar sinais que me enviassem onde eu deveria estar, em busca das minhas realizações. E é sobre uma dessas realizações que venho falar: mais um semestre vencido... provas superadas, certeza de que aprendi, fiz o melhor de mim e que estou realizando as conexões necessárias ao progresso no entendimento da psicologia, ciência que me completa. Acho que dá pra cantar: " Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe..." ;)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Minha alegria vem de dentro!

EEE, final de ano chegando... é tanta festa que não se sabe que dia elas acabam e que dia terminam, é um empurra empurra pra comprar, pra comemorar, pra demonstrar felicidade. Tô saindo da aula de ética, tinha prova hoje. Esse final de semana fui em uma festa. Estou chateada, chateada porque algumas pessoas não te aceitam do jeito que você é. Isso não é ético. Ninguém é obrigado a ser ou se expressar da maneira que os outros acham mais aceitável. Se você não estiver ferindo ninguém com suas atitudes porque deixar de ser quem é para se tornar o socialmente perfeito? Porque somos meio que obrigados a demonstrar alegria se a vida também é composta de sentimentos de tristeza. São eles o degrau pra reflexões e novas alegrias. Cansada disso, de não poder ser eu,  de não ser adimitido que eu seja mais quieta ou introspectiva. Porque tenho que aceitar as pessoas suuuuper animadas, (que cá entre nós às vezes estão morrendo por dentro), se elas não aceitam a mim. Cadê o respeito pelo modo de ser de cada um? Se não bebo é porque não gosto de beber, e daí? Preservo minha saúde e com certeza trago menos risco aos que andam comigo. Minha felicidade vem de dentro, é isso que mais importa. Ela não está numa garrafa, num cigarro, ela está no meu ser quando se encontra contaminado , tomado pela energia divina, energia que por meio de uma criança me liberta e diz... eiii, estou sempre do seu lado, por onde andares... do jeito que fores... Eis a resposta que procurava... não preciso ser como ninguém, sou única, e se Deus me criou assim, dotada dessas virtudes e desses defeitos que possuo, deve ser porque me quer assim, porque assim completo um elo com o universo, onde nenhuma folha de árvore é igual a outra, mas todas tem seu valor. Obrigada Senhor, por me fazer compreender o que faltava e ter me abraçado na imensidão que sentia ao estar só em um lugar lotado.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Tempão que não escrevo, talvez porque estou comprometida e esse é um dos motivos pelos quais acho mais importante vivenciar momentos que relatar a eles e suas sensações. Escrever pra mim sempre foi meio que sinônimo de desabafo, seja ele de extrema alegria ou de muita tristeza. Nesse momento não é nenhum extremo, mas talvez o conteúdo seja raiva, raiva com a qual não sei lidar. Raiva que se liberada nesse momento pode me trazer à tona medos que tenho. Solidão, falta de atividades que me interessem, férias frustradas... enfim, queria saber o qua fazer com essa raiva, ou então digerí-la e que ela saísse limpinha, fosse embora, não deixasse vestígio algum. Escrever, hoje, é um apelo, uma oração, para que Deus novamente me diga o que fazer, qual o caminho, como verbalizo, vivencio tudo isso. Se vale a pena aceitar aquilo que me perturba, qual é o preço por sentir raiva que me envenena:? Qual é?

terça-feira, 26 de julho de 2011

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"Tão estranho, carregar uma vida inteira no corpo e ninguém suspeitar dos traumas, das quedas, dos medos, dos choros. "
Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 20 de julho de 2011

"O que for teu desejo, assim será tua vontade. O que for tua vontade, assim serão teus atos. O que forem teus atos, assim será teu destino."   Desconheço autor




"Felicidade é ter algo o que fazer,algo o que amar e algo o que esperar."
Aristóteles
Na fé... eu sou capaz de me dizer, com amorosa humildade, que grande parte das vezes eu não sei o que é melhor para mim. Eu não sei, mas Deus sabe. Eu não sei, mas minha alma sabe. Então, faço o que me cabe e entrego, mesmo quando, por força do hábito, eu ainda dê uma piscadinha pra Deus e lhe diga: "Tomara que as nossas vontades coincidam". Faço o que me cabe e confio que aquilo que acontecer, seja lá o que for, com certeza será o melhor, mesmo que algumas vezes, de cara, eu não consiga entender.

(Ana Jácomo)